Um delegado da Polícia Federal foi morto a tiros e facadas em sua casa no Maranhão

O delegado Davi Aragão, chefe da Delegacia de Repreensão aos Crimes Fazendários da PF (Polícia Federal), no Maranhão, foi assassinado na noite de sábado (5), vítima de um latrocínio (roubo seguido de assassinato).

Segundo a Superintendência Regional da PF no Maranhão, enquanto comemorava com familiares e amigos o aniversário de cinco anos de uma das filhas, três bandidos invadiram sua casa na tranquila e quase deserta Praia do Meio, bairro de Araçagi, no município de São José do Ribamar – a cerca de 30 quilômetros de distância da capital São Luís.

Quando percebeu a movimentação, Davi, de acordo com informações da polícia, teria reagido e confrontado os assaltantes, que estavam municiados de uma pistola, facas e um simulacro.

No confronto, o delegado sacou sua arma e conseguiu atingir o braço de um deles, mas a reação não foi o suficiente para conter os outros dois bandidos. Davi sofreu facadas e três tiros na região do peito e da barriga. A arma do delegado e alguns pertences da casa foram levados.

Davi Aragão foi atendido primeiramente em uma Unidade de Pronto Atendimento. Depois foi encaminhado ao Hospital São Domingos. Mas, no caminho da ambulância, o policial que estava há mais de 12 anos na Polícia Federal morreu. A PF também informou que o assaltante ferido por Davi foi detido. Os outros dois ainda estão foragidos e sob investigação da Polícia Civil.

A Polícia Federal emitiu uma nota de pesar em decorrência do falecimento do delegado, que teve “atuação exemplar e comportamento louvável” à frente da organização, segundo os mais próximos a ele na divisão de polícia.

Distrito Federal

O soldado da Polícia Militar do Distrto Federal, Ronan Menezes Rego, deve responder por homicídio triplamente qualificado. De acordo com a Polícia Civil, ele matou a ex-namorada Jessyka Laynara na sexta-feira (4) com a arma da corporação, sem dar chances de defesa à vítima e por motivo fútil. O caso é investigado como feminicídio.

O corpo da estudante, de 25 anos, foi enterrado no domingo (6). O militar se entregou ainda na noite de sexta-feira e está preso na área reservada para policiais no Complexo da Papuda. A família da jovem disse que Jessyka escondia que era ameaçada e agredida pelo ex-namorado.

Há duas semanas, uma amiga recebeu fotos e áudios em que Jessyka dizia “ter vergonha” de contar que apanhava. Ela contou ainda que escondia com maquiagem as marcas das agressões.

Em uma das mensagens de voz enviada à amiga, a estudante contou que “não conseguia andar” após as agressões. “Domingo, para você ver como eu estava, eu não conseguia andar”, disse.

Depois de matar Jessyka, ainda durante a tarde de sexta, o policial foi até a academia frequentada pela ex-namorada e atirou no professor Pedro Henrique Torres, de 29 anos. Torres foi levado em estado grave para o Hospital Regional de Ceilândia. Ele passou por uma cirurgia e segue internado na UTI.

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Post Author: rita